Com este primeiro número, a Revista BSP dá início à sua missão de produzir e disseminar conhecimento nas áreas de negócios, economia e administração. Fiel à vocação de internacionalidade da Business School São Paulo, ela é uma publicação bilingue (inglês e português), o que lhe garante alcance global.
Esta primeira edição começa com um artigo sobre um tema cujas duas principais características são a relevância e a constante renovação – a liderança. Seu autor é Gilberto Guimarães, professor e diretor de cursos da BSP. A seguir, vem outro tema que está sempre em destaque – a resolução de conflitos. A autora do texto em que ele é abordado é Denise Manfredi, especialista no assunto e professora da Escola.
Outro assunto sempre em evidência, principalmente nos tempos atuais, em que a incerteza e as possibilidades de erro se mostram crescentemente presentes e, em muitos casos, ameaçadoras, é a ilusão de controle. Até que ponto podemos dizer que na condição de gestores realmente estamos no controle completo seja do que for? Os principais aspectos desse desafio são apresentados e discutidos no artigo de Humberto Mariotti.
Também relacionadas às incertezas da época em que vivemos estão as questões ligadas ao meio ambiente e a sustentabilidade. É um campo cuja incessante ampliação requer acompanhamento, estudo e compreensão continuados. Não por acaso, este número traz dois artigos a ele pertinentes. O primeiro é o de Sérgio Luiz Pereira, que reapresenta e desenvolve o seu conceito de Eco-Economia Tecnológica Cooperativa, antes introduzido em tese de sua autoria. O segundo é o trabalho de Fernando Marques, Gerusa Magellan e Virgínia Parente, que abordam e analisam a questão dos créditos de carbono e a necessidade de tornar cada vez mais juridicamente viável a sua operacionalização.
Por fim, José Carlos Junqueira apresenta sua contribuição ao tema internacionalização de empresas. Para isso, conta a história da família peruana Añaños que, a partir de uma pequena fábrica semi-artesanal de refrigerantes, transformou-se em uma corporação multinacional. A vinda da empresa – o Ajegroup – para o Brasil é discutida em detalhes, o que inclui uma análise de seus impactos no mercado brasileiro de soft drinks.
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